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A Miúda Agridoce

Miúda banal dos subúrbios de Lisboa, capital de Portugal, de onde orgulhosamente provenho.

A Miúda Agridoce

Miúda banal dos subúrbios de Lisboa, capital de Portugal, de onde orgulhosamente provenho.

Dia mundial do pão

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Hoje estou a exceder-me! Nem a meio do dia estou e já é o segundo post… estou inspirada! Soube agora mesmo que hoje é o dia mundial do pão. E como amante nata de pão, tenho que vir aqui parabenizar e desmanchar-me em elogios ao nosso amigo pão. Já a minha mãe dizia “comer sem pão, é comer de lambão”. Pão calha bem com tudo: com manteiga, com fiambre, com carne, com ovo… e até sem nada. Há estudos que apontam que os pães começaram a ser produzidos há aproximadamente seis mil anos, vejam só! E mais engraçado ainda, na zona da mesopotâmia – hoje é o Iraque. O pão é o produto mais popular no mundo e está inserido em quase todas as sociedades. Deixo-vos agora mais algumas curiosidades sobre o pão:

 

  • O pão chegou a ser inclusive um dos motivos de eclosão da Revolução Francesa. Sendo base da alimentação da população francesa há séculos, a severa queda na produção do cereal tornou o alimento caro e escasso. Este foi um dos motivos que levaram à revolta da população francesa e à queda do rei Luís XVI;

 

  • O processo de fermentação foi uma técnica desenvolvida pelos egípcios por volta de 4000 a.C., dando ao pão o aspecto pelo qual o conhecemos hoje em dia. Por ser um produto extremamente necessário à alimentação, ele foi usado durante muitos séculos também como moeda;

 

  • O nome baguete significa “bastão”. O pão nasceu na Áustria, embora seja muito consumida na França;

 

 

  • No Egito, o pão também servia para pagar salários: um dia de trabalho valia três pães e dois vasos grandes de cerveja; 

 

 

  • Ao longo da história, a posição social de uma pessoa podia ser discernida pela cor do pão que ela consumia. Pão escuro representava baixa posição social, enquanto pão branco, alta posição social. É porque o processo de refino da farinha branca era muito mais caro. Atualmente, ocorre o contrário: os pães escuros são mais caros e, por vezes, mais apreciados por causa de seu valor nutritivo;

 

 

  • Para os judeus, o fermento simboliza a corrupção. Por isso, eles só ofereciam a Deus pães ázimos, sem fermento. Até hoje, esse é o pão que eles comem na Páscoa, época em que é proibido consumir qualquer alimento fermentado;

 

 

 

Interessante não é? Melhor mesmo só comer!

 

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